Nova aventura, outro afluente

Ricardo Jansen é líder do grupo Turma de Muriaé há 8 anos, e costumava viajar sempre para o Rio Culuene, outro afluente do Rio Xingu no Mato Grosso. “Eu quis mudar o destino esse ano, pois no Culuene já estava ficando tão cheio que a gente precisava madrugar para conseguir um bom lugar no rio”, conta Ricardo.

Seguindo uma indicação feita em uma loja de pescadores de Brasília, Ricardo decidiu mudar o destino da sua viagem. Ele e seu filho Artur se encontraram em Brasília com o restante do grupo que vinha de van de Muriaé, no interior de Minas Gerais e dali tocaram para a Pousada Suiá Miçú, onde ficaram do dia 04 à 11 de Junho de 2011.

“Eu gostei muito da estrada até lá, é bom ver a natureza preservada, e mesmo com a van cheia de gente fizemos a viagem em um tempo ótimo”, conta Ricardo Jansen.

Ao decidir ir pescar no Suiá Miçú, Ricardo soube que encontrariam um tipo de pescaria diferenciada, pois conhece a fama do Suiá de ser um rio muito técnico. Por conta disso, procurou a pousada que ofereceu ao grupo um curso de aperfeiçoamento da Pesca com Iscas Artificiais

Participantes do Curso de Arremesso. Da esquerda pra direita: Pedro Dias, Paulo Roberto, Ricardo Portilho, eu (Rodriguinho), Carlos Magno, Gabriel Navarro, Tarciso Marinho e Roberto Monteiro.

(Bait Casting). O Instrutor Rodrigo Esteves (Rodriguinho), foi até Muriaé para ministrar esse curso aos 8 integrantes do grupo que se juntaram à Ricardo e seu filho em Brasília.

Rodriguinho afirmou que foi um curso ótimo, “o pessoal já era fera na pescaria e pegaram o jeito rapidinho”, conta. Todos os membros do grupo se mostraram satisfeitos com essa ação e com a oportunidade de aprimorar suas técnicas antes de se dirigirem aos dias de pescaria.

Ao chegar na Pousada, o grupo pode colocar em prática todo seu aprendizado e o resultado, segundo o número de peixes pescados, foi promissor. “O rio estava muito crescido, acima das matas, por isso acho que os peixes maiores acabaram se escondendo, mas mesmo assim conseguimos pegar muitos peixes”, conta Ricardo, apontando ainda o peso dos maiores que conseguiram pescar: “um Trairão de 12kg, uma Bicuda de 9kg e um Tucunaré de quase 5kgs”, e algumas pirararas, não muito grande.

O grupo de Ricardo Jansen deu nota 10 para as instalações da Pousada e para o atendimento realizado no local. A Cota Zero foi praticamente unanimidade como um fator positivo da pousada, Ricardo conta que de todo o grupo apenas dois se mostraram inicialmente insatisfeitos por não poderem levar os peixes para casa, mas acabaram concordando que era o melhor. “E além da diversão, na pousada, pudemos comer peixes o bastante, pra voltarmos todos felizes para casa”, afirma Ricardo.

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