Christov e Philippe pescando de fly

Pescaria do Renato e Otavio

Pescaria Monjolo

Nova Empreitada na Pousada Suiá Miçú

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As experiencias e aventuras dos pescadores que visitaram o Rio Suiá Miçu em 2011 serão contadas aqui no portal da Pousada Suiá Miçú. Mais do que apenas histórias de pescadores, serão disponibilizadas fotos e vídeos que ilustram as pescarias nas águas do Rio Suiá e seus afluentes fartosem peixes. Idealpara a prática da pesca esportiva é um dos principais afluentes do rio Xingu. O Suiá Miçú recebe vários cuidados ecológicos em harmonia com a comunidade indígena local que prima por uma manutenção digna da fauna e da flora no rio e seu entorno. Desde a implementação da Cota Zero (veja abaixo), a pousada tem recebido grande retorno em termos de sustentabilidade. Os grupos que pescaram durante o primeiro semestre, contam histórias de harmonia com a natureza, e apontam o local como um paraíso para os pescadores.

COTA ZERO
Uma bandeira levantada em várias regiões do país, em prol da preservação dos peixes. A Cota Zero implementada na Pousada Suiá Miçú, foi uma decisão pensada para manter o rio em situação harmoniosa. O intuito dos serviços oferecidos é o de atender exclusivamente a pesca esportiva.

Esse fato vem sendo acolhido pelo novo público que passou a frequentar a pousada e a cada nova visita pode ver com clareza os benefícios da Cota Zero. O número de peixes aumenta a cada temporada e o equilíbrio ecológico é mantido.

Ao adotar a Cota Zero, a Pousada Suiá Miçu assumiu esse compromisso em prol da sustentabilidade ecológica. Visando acima de tudo a manutenção do ambiente em que se encontra.

Essa série de histórias faz parte de uma reformulação do nosso portal, que caminha para se tornar um ponto de serviços e encontro de todos os apreciadores da pesca esportiva. Fique atento, em breve mais notícias e histórias .

Nova aventura, outro afluente

Ricardo Jansen é líder do grupo Turma de Muriaé há 8 anos, e costumava viajar sempre para o Rio Culuene, outro afluente do Rio Xingu no Mato Grosso. “Eu quis mudar o destino esse ano, pois no Culuene já estava ficando tão cheio que a gente precisava madrugar para conseguir um bom lugar no rio”, conta Ricardo.

Seguindo uma indicação feita em uma loja de pescadores de Brasília, Ricardo decidiu mudar o destino da sua viagem. Ele e seu filho Artur se encontraram em Brasília com o restante do grupo que vinha de van de Muriaé, no interior de Minas Gerais e dali tocaram para a Pousada Suiá Miçú, onde ficaram do dia 04 à 11 de Junho de 2011.

“Eu gostei muito da estrada até lá, é bom ver a natureza preservada, e mesmo com a van cheia de gente fizemos a viagem em um tempo ótimo”, conta Ricardo Jansen.

Ao decidir ir pescar no Suiá Miçú, Ricardo soube que encontrariam um tipo de pescaria diferenciada, pois conhece a fama do Suiá de ser um rio muito técnico. Por conta disso, procurou a pousada que ofereceu ao grupo um curso de aperfeiçoamento da Pesca com Iscas Artificiais

Participantes do Curso de Arremesso. Da esquerda pra direita: Pedro Dias, Paulo Roberto, Ricardo Portilho, eu (Rodriguinho), Carlos Magno, Gabriel Navarro, Tarciso Marinho e Roberto Monteiro.

(Bait Casting). O Instrutor Rodrigo Esteves (Rodriguinho), foi até Muriaé para ministrar esse curso aos 8 integrantes do grupo que se juntaram à Ricardo e seu filho em Brasília.

Rodriguinho afirmou que foi um curso ótimo, “o pessoal já era fera na pescaria e pegaram o jeito rapidinho”, conta. Todos os membros do grupo se mostraram satisfeitos com essa ação e com a oportunidade de aprimorar suas técnicas antes de se dirigirem aos dias de pescaria.

Ao chegar na Pousada, o grupo pode colocar em prática todo seu aprendizado e o resultado, segundo o número de peixes pescados, foi promissor. “O rio estava muito crescido, acima das matas, por isso acho que os peixes maiores acabaram se escondendo, mas mesmo assim conseguimos pegar muitos peixes”, conta Ricardo, apontando ainda o peso dos maiores que conseguiram pescar: “um Trairão de 12kg, uma Bicuda de 9kg e um Tucunaré de quase 5kgs”, e algumas pirararas, não muito grande.

O grupo de Ricardo Jansen deu nota 10 para as instalações da Pousada e para o atendimento realizado no local. A Cota Zero foi praticamente unanimidade como um fator positivo da pousada, Ricardo conta que de todo o grupo apenas dois se mostraram inicialmente insatisfeitos por não poderem levar os peixes para casa, mas acabaram concordando que era o melhor. “E além da diversão, na pousada, pudemos comer peixes o bastante, pra voltarmos todos felizes para casa”, afirma Ricardo.